Tatiana Smaletz | CRN-3 90420

Nutrição Vegana e Comportamental

Para quem está cansado de tentar controlar a alimentação e quer aprender a se nutrir com mais clareza, acolhimento e autonomia.

Você já parou para pensar em como está se

nutrindo?

Na alimentação

O que você coloca no prato está te dando ou tirando energia, vitalidade e prazer?

No corpo

Você escuta e confia nos sinais que o seu corpo te mostra?

Nas mente

De quais formas você se acolhe quando precisa?

No social

Como você tem nutrido as suas relações humanas fora das redes sociais?

A relação que você constrói com a comida, com o seu corpo, com as suas emoções, consigo e com os outros é tão importante quanto os alimentos que você consome. E é esse equilíbrio que buscamos construir juntos/juntas.

Ciência e Comportamento andam juntos

Aqui, a ciência da nutrição e do comportamento caminham lado a lado para um acompanhamento responsável, ético e humano.

Baseio meu trabalho em evidências científicas atuais e relevantes para oferecer um cuidado centrado em você, respeitando sua individualidade, sua história e o momento de vida em que se encontra.

Em conjunto, trabalharemos a:

  • Relação entre alimentação, corpo e emoções;
  • Organização alimentar em períodos de sobrecarga;
  • Alimentação veg(etari)ana voltada à saúde metabólica e cardiovascular;
  • Orientação e educação nutricional em casos de seletividade alimentar;
  • Construção de autonomia alimentar.

Cuidar da alimentação pode ser um caminho de reconexão, não de cobrança.

A alimentação não precisa ser simples para ser leve.

Olá, muito prazer!

Eu sou a Tatiana Smaletz.

Encantada pela natureza, pelo ato de cozinhar e pela busca por autoconhecimento, encontrei na nutrição um caminho para explorar a alimentação de forma mais leve, curiosa e consciente.

Esse movimento nasceu de uma relação desafiadora com o corpo e a comida na adolescência, que despertou em mim o desejo de que outras pessoas não precisassem atravessar esse caminho, sobretudo, sozinhas.

Ao longo do tempo, passei a compreender melhor a complexidade da mente humana e o impacto que uma nutrição respeitosa e acolhedora pode ter sobre pensamentos, hábitos e atitudes.

Essa percepção ganhou forma no meu cotidiano: a comida passou a ocupar um lugar gentil e a cozinha se tornou um espaço de experiência. Sozinha, com meu pai ou meus tios, ficou evidente como cozinhar também pode unir e intensificar vínculos.

Em paralelo às novas descobertas, o veganismo ampliou o repertório alimentar, abrindo portas para novas combinações e um convite constante à criatividade culinária.

Formada pelo Centro Universitário São Camilo, Pós-Graduada em Nutrição Comportamental pela Plenitude Educação e em formação de Cusine Plant Based pelo Le Cordon Bleu, baseio a minha prática em uma abordagem fundamentada na ciência da nutrição e do comportamento alimentar, mantendo em constante atualização para oferecer um cuidado ético, sensível e consciente.

Programas Nutricionais

O acompanhamento começa com uma primeira consulta de aproximadamente 1h30 em que conversaremos sobre você e a sua história.

A partir desse encontro, definimos juntas o formato de acompanhamento mais adequado para você.

Semear

Para quem deseja começar com mais clareza, acolhimento e direcionamento.

SAIBA MAIS
  • 1 consulta de 60 minutos
  • Materiais digitais exclusivos
  • Suporte via WhatsApp

Regar

Para momentos que pedem mais proximidade, ajustes frequentes e suporte ao longo do processo.

SAIBA MAIS
  • 4 consultas quinzenais de 60 minutos
  • Materiais digitais exclusivos
  • Suporte via WhatsApp contínuo
3

Cultivar

Para quem deseja sustentar mudanças a longo prazo com mais autonomia e suporte.

SAIBA MAIS
  • 6 consultas semestrais de 60 minutos
  • Materiais digitais exclusivos
  • Suporte via WhatsApp contínuo

Será um prazer caminharmos juntos/juntas!

Projetos e Serviços Além dos Programas

Palestras e Bate-Papos

Conteúdo sobre nutrição vegana, comportamento alimentar, longevidade para empresas, escolas e eventos.

Consultoria Nutricional

Rotulagem e assessoria nutricional especializada para empresas, restaurantes e projetos que desejam incrementar alternativas veganas no cardápio.

Terapia Nutricional

Um espaço seguro, com práticas na cozinha, para resgatar a conexão com a comida, e aplicar mudanças na prática.

Cada projeto é desenvolvido com a mesma dedicação e embasamento científico que orienta as consultas individuais. Entre em contato para saber mais sobre como podemos trabalhar em conjunto.

Por que escolher o acompanhamento nutricional comportamental?

Autoconhecimento

Entender seus hábitos alimentares e re(l)ações ligadas ao ato de comer é uma poderosa ferramenta na compreensão de padrões de pensamentos e ações.

Autonomia e Consciência

Trabalhamos com ferramentas de reeducação alimentar e consciência corporal, trabalhando para criar maior autonomia e consciência nas escolhas.

Suporte Contínuo

Assim como a vida, as mudanças e o progresso não são lineares. Seguiremos aqui, juntas, ao longo de todo progresso.


Mais do que mudar o que você come, é sobre entender e melhorar a forma como você se relaciona com a comida

Relatos de quem mergulhou nessa jornada

"Com o acompanhamento ganhei o peso que precisava para a minha categoria da competição e fiquei em primeiro lugar. "

— G. R.

"Estou curtindo bastante. Minha organização e alimentação melhoraram e já consigo ver bons resultados na corrida e na academia."

— R. R.

"Meu intestino nunca esteve tão bom quanto depois do nosso acompanhamento. Ah, e já percebi que meu paladar tá mudando (aos poucos)!"

— I. W.

“Sempre tive vontade de ser vegetariana, mas tinha medo de me restringir. No acompanhamento, vi o leque de oportunidades e hoje me sinto segura e feliz nas escolhas que faço.”

— R. G.

“Nunca estive tão bem. Minha diabetes está mais controlada, estou me sentindo muito mais disposta e minhas consultas com os médicos estão se tornando mais espaçadas.”

— E. C.

Biblioteca da Nutri

A história que atravessa meu olhar clínico

Venha conferir

Estudos já indicam: mulheres jovens, entre 15 e 24 anos, atravessam um período promissor para o desenvolvimento de transtornos alimentares.

E por aqui, não foi muito diferente.

Embora eu não tenha recebido um diagnóstico, durante minha adolescência a minha alimentação esteve atravessada pelo o que chamamos de comer transtornado. O que antes era prazer e fonte de vida, passou a ser envolto de medo e culpa. Medo de engordar, medo do impacto daquele alimento no meu corpo, medo de comer.

Anos depois, em terapia, consegui nomear algo importante. Em um momento de muitas mudanças e vulnerabilidade, a alimentação foi a única coisa que senti que podia controlar. Como se, ao “controlar” o meu comer, eu conseguisse me manter em pé. Um tanto contraditório para quem reduziu o consumo alimentar já saudável, eu sei. Afinal, saco vazio não para em pé.

Desde então, percebi que a relação com a comida não é simples. A complexidade do ato de se alimentar é atravessada por histórias, contextos e emoções nem sempre conscientes. E foi aí que eu entendi algo que eu não tinha a dimensão antes: comer nunca foi apenas nutricional.

Quando minha chavinha virou, o comportamento alimentar começou, aos poucos, fazer mais sentido para mim. Como um convite para olhar meu interior com mais escuta e menos julgamento, abrindo um precioso espaço para a compaixão, liberdade e presença florescerem.

Talvez o primeiro passo não seja mudar o que se come.

Talvez seja se abraçar, se escutar e se conectar com pessoas que caminhem junto contigo.

Comigo foi assim.

E será um prazer caminhar ao seu lado nessa (e em muitas outras) jornadas. :)

Uma escolha, não uma regra .

Venha conferir

O veganismo entrou na minha vida de forma inesperada. Era final de 2020, início de 2021, em plena pandemia. Minha alimentação já era majoritariamente baseada em alimentos de origem vegetal, mas ainda consumia ovos.

Em casa, disse à minha mãe:
— Vou tentar ser um mês vegana e ver no que vai dar. Só janeiro.

Ela questionou a motivação, mas, como sempre, me deu suporte.

E, de alguma forma, ainda estamos em janeiro de 2021 rs.

Mais do que uma mudança alimentar, o veganismo representou um movimento de compaixão e reconexão: comigo, com os alimentos e com a forma como eu escolhia me nutrir. Foi um processo natural, sem grandes planos, que foi se aprofundando com o tempo.

Nesse caminho, minha relação com a comida começou a mudar. Passei a explorar novos sabores, novas combinações e outras formas de preparar os mesmos alimentos. A cozinha virou um espaço de experiência. Um lugar de curiosidade, presença e criação.

Errar, ajustar, repetir.

Foi ali que desenvolvi uma paixão por testar possibilidades e entender que comer também pode ser um ato de escuta e descoberta.

E, desde então, sigo assim: observando, aprendendo e ajustando. Do jeito que dá, do jeito que faz sentido. Não como regra, mas como uma escolha.

Se fosse só o querer, todos nós já teríamos

Venha conferir

Se fosse só o querer, todos nós já teríamos.
Já teríamos mudado hábitos, reorganizado a alimentação, feito as pazes com o corpo e seguido em frente. A verdade é que querer, por si só, quase nunca dá conta do que envolve o comer, o corpo e a vida.

Durante muito tempo, fomos ensinados a acreditar que tudo depende de força, foco e disciplina. Que, se algo não funciona, é porque faltou vontade. Mas fala sério, vontade é realmente o que não falta.

Na alimentação, o que as pessoas esquecem é que ela também acontece em dias cansativos, em rotinas cheias, em corpos atravessados por histórias, emoções e contextos. Não é apenas “ela por ela” e, minimizar a complexidade da fisiologia humana, dos processos cognitivos ao “querer”, é injusto demais.

Comer não é um ato isolado. Ele conversa com o sono, com o estresse, com as relações, com a forma como aprendemos a nos cuidar ou a nos cobrar. Às vezes, o que parece falta de vontade é, na verdade, excesso de exigência ou ausência de acolhimento.

Eu mesma demorei a entender isso. Em muitos momentos, achei que precisava ser mais forte, mais rígida, mais exigente. E hoje percebo que o caminho não estava em apertar ainda mais, mas em escutar e respeitar. Escutar o corpo, o contexto e o momento de vida. Respeitar o que ele pede.

Quando tiramos a alimentação do lugar de prova e colocamos no lugar de processo, algo muda. A relação fica menos sobre acertar e mais sobre compreender. Menos sobre controle e mais sobre presença.

Talvez não seja sobre querer mais.

Talvez seja sobre se escutar melhor. Com mais presença e consciência.

E construir, pouco a pouco, um cuidado que caiba na vida real.

A clínica

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Aqui, o cuidado é sobre presença

Tatiana Smaletz | Nutricionista Vegana e Comportamental
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